
A Justiça determinou a prisão preventiva do principal suspeito na investigação da morte de um casal desaparecido em Sete Lagoas, na Região Central de Minas Gerais. A decisão foi proferida durante as apurações realizadas pela Polícia Civil.
As vítimas, uma jovem de 18 anos e um homem de 20, estavam sumidas há cerca de 20 dias antes de seus corpos serem descobertos em uma área de mata da cidade. A perícia encontrou indícios de violência e sinais compatíveis com disparos de arma de fogo nas cabeças das vítimas.
Conforme as investigações, o principal suspeito é o ex-parceiro da jovem. Familiares informaram à polícia que ele não aceitava o término do relacionamento e teria feito ameaças a ela antes do desaparecimento.
Os restos mortais foram descobertos por um morador em uma região de vegetação densa e enviados ao Instituto Médico Legal para realização de exames periciais. Itens encontrados na área auxiliaram na identificação preliminar das vítimas.
Com a prisão preventiva determinada, o suspeito permanecerá à disposição das autoridades enquanto a Polícia Civil continua a coletar evidências e investigar as circunstâncias do crime.

A Justiça decretou a prisão preventiva do principal suspeito de envolvimento na morte de um casal que estava desaparecido em Sete Lagoas, na Região Central de Minas Gerais. A decisão foi tomada no decorrer das investigações conduzidas pela Polícia Civil.
As vítimas, uma jovem de 18 anos e um rapaz de 20, estavam desaparecidas havia cerca de 20 dias quando seus corpos foram encontrados em uma área de mata da cidade. A perícia identificou sinais de violência e marcas compatíveis com disparos de arma de fogo nos crânios das vítimas.
De acordo com as investigações, o principal suspeito é ex-companheiro da jovem. Familiares relataram à polícia que ele não aceitava o fim do relacionamento e teria feito ameaças contra ela antes do desaparecimento.
As ossadas foram localizadas por um morador em uma área de vegetação e encaminhadas ao Instituto Médico Legal para exames periciais. Objetos encontrados no local ajudaram na identificação inicial das vítimas.
Com a prisão preventiva decretada, o suspeito permanece à disposição da Justiça enquanto a Polícia Civil continua reunindo provas e apurando as circunstâncias do crime.