
Um menino de 4 anos faleceu após se afogar na piscina de uma chácara em Unaí, na região Noroeste de Minas Gerais, durante o feriado de Natal, na quarta-feira (25). Apesar de ter sido socorrido e levado ao Hospital Municipal da cidade, a criança não sobreviveu à parada cardiorrespiratória.
Conforme informações da Polícia Militar de Minas Gerais, a família estava em viagem de Brasília para passar o Natal com parentes em Unaí. No momento do incidente, a criança brincava na varanda enquanto a mãe ajudava o filho mais velho, de 11 anos, no café da manhã. O boletim indica que também estavam no local o proprietário da chácara e algumas familiares diretas.
A mãe relatou que ouviu gritos e, ao averiguar a situação, encontrou o filho dentro da piscina, sendo retirado da água pelo dono da chácara. Como a criança estava inconsciente, os familiares a colocaram em um veículo e a levaram rapidamente para a unidade de saúde.
Em seu depoimento à polícia, o proprietário da chácara afirmou que havia se afastado da piscina para alimentar os animais da propriedade. Ao voltar, viu a criança submersa e sem reação, conseguindo realizar o resgate antes de seguir com a mãe para o hospital.
Outros testemunhos mencionaram que, no momento do acidente, estavam realizando atividades nas proximidades e não perceberam quando a criança teve acesso à piscina. Uma das familiares estava colhendo frutas enquanto outra preparava alimentos em uma das varandas.
Familiares informaram que a piscina tem aproximadamente 1,30 metro de profundidade e é cercada por uma grade metálica. Normalmente, o acesso é bloqueado por um portão que fica amarrado, mas no dia do acidente, ele estava apenas encostado, o que pode ter permitido a entrada da criança. Segundo relatos, a piscina não estava em uso durante o feriado.
A Polícia Civil de Minas Gerais conduziu uma perícia no local para investigar as circunstâncias do afogamento. Após a finalização dos exames periciais, a chácara foi liberada. O caso permanece em investigação pelas autoridades competentes.

Uma criança de 4 anos morreu após se afogar na piscina de uma chácara no município de Unaí, na região Noroeste de Minas Gerais, durante o feriado de Natal, na quarta-feira (25). O menino chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Municipal da cidade, mas não resistiu após sofrer uma parada cardiorrespiratória.
De acordo com informações registradas pela Polícia Militar de Minas Gerais, a família havia viajado de Brasília para passar o Natal com parentes em Unaí. No momento do ocorrido, a criança brincava na varanda da residência enquanto a mãe auxiliava o outro filho, de 11 anos, durante o café da manhã. O boletim aponta que também estavam no quintal o proprietário da chácara e duas familiares próximas.
Segundo o relato da mãe, gritos chamaram sua atenção e, ao verificar o que havia acontecido, ela encontrou o filho dentro da piscina, sendo retirado da água pelo dono do imóvel. Como a criança estava inconsciente, os familiares a colocaram em um veículo e a levaram imediatamente para a unidade hospitalar.
Em depoimento à polícia, o proprietário da chácara informou que havia se afastado da área da piscina para alimentar animais da propriedade. Ao retornar, percebeu que a criança estava submersa e sem reação, realizando o resgate antes de seguir para o hospital junto com a mãe.
Outras testemunhas relataram que estavam realizando atividades no local no momento do acidente e não perceberam quando a criança teve acesso à piscina. Uma das familiares informou que colhia frutas nas proximidades, enquanto outra preparava alimentos em uma das varandas da casa.
Familiares relataram ainda que a piscina possui cerca de 1,30 metro de profundidade e é cercada por grade metálica. O acesso conta com um portão que costuma permanecer amarrado como medida de segurança. No entanto, no dia do acidente, o portão estaria apenas encostado, o que pode ter facilitado a entrada da criança. Segundo os relatos, a piscina não estava sendo utilizada durante o feriado.
A Polícia Civil de Minas Gerais realizou a perícia no local para apurar as circunstâncias do afogamento. Após a conclusão dos trabalhos periciais, a chácara foi liberada. O caso segue sob apuração das autoridades competentes.