Horas antes da audiência de instrução e
julgamento do caso do acidente na BR-116 que matou 39 pessoas em dezembro
Ele afirmou que, mesmo após seis meses da colisão, nenhuma das empresas envolvidas prestou qualquer tipo de assistência às famílias: “Até agora, tanto a empresa de ônibus quanto a empresa que o motorista trabalha (empresa da carreta) não deram nenhum ressarcimento”.
Durante a audiência, devem ser ouvidos sobreviventes, testemunhas e os dois réus: o caminhoneiro
Arilton Bastos Alves
Hudson Foca
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Ele responde por homicídio qualificado e tentativa de homicídio de 11 sobreviventes.
Já Hudson, o dono da empresa da carreta, é acusado de falsidade ideológica, por manter a transportadora funcionando com documentos irregulares.
Segundo a Polícia Civil, a carreta envolvido no acidente transportava uma pedra de granito com peso 70% acima da capacidade da carroceria. A perícia apontou ainda que o veículo trafegava a mais de 90 km/h em um trecho com limite de 80.
O acidente ocorreu no distrito de Lajinha, em Teófilo Otoni. O ônibus seguia de São Paulo com 45 pessoas para a Bahia quando foi atingido.
A reportagem da Itatiaia entrou em contato com a defesa da empresa e aguarda um posicionamento.
Fonte: Itatiaia