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Ullisses Campbell: quem é o autor por trás dos livros que inspiraram a série ‘Tremembé’



Nascido em Belém, no coração do Pará, Ullisses Campbell trilhou um caminho fascinante no jornalismo, com mais de 25 anos dedicados à arte de contar histórias. Sua jornada o levou por redações de renome como O Liberal, Correio Braziliense e Folha de S.Paulo, além de passagens marcantes por revistas como Veja, Superinteressante e Época. Hoje, ele brilha como colunista na seção True Crime do jornal O Globo, mergulhando fundo em casos que nos fazem questionar a natureza humana.

Mas a trajetória de Ullisses vai além das redações. Ele é um premiado escritor e roteirista, com três Prêmios Esso e um Prêmio Embratel no currículo, frutos de suas reportagens investigativas. Sua paixão por desvendar os mistérios por trás dos crimes o impulsionou a escrever livros-reportagem que se tornaram referência no gênero, como “Suzane – Assassina e Manipuladora”, “Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido”, “Flordelis – A Pastora do Diabo” e “Francisco de Assis – O Maníaco do Parque”.

Em 2025, Ullisses nos presenteou com a antologia “Tremembé – O Presídio dos Famosos”, obra que serviu de inspiração para a série homônima do Prime Video. E por falar em “Tremembé“, a série é um mergulho no universo sombrio de criminosos famosos, sob a ótica perspicaz de Ullisses, que assina o roteiro.

Para construir suas narrativas, Ullisses não hesita em se aproximar dos personagens centrais das histórias. Ele revela que teve contato direto com criminosos como Suzane von Richthofen, Elize Matsunaga e Flordelis, sempre mantendo a postura profissional e o distanciamento necessário para a apuração jornalística. Afinal, o objetivo é investigar, entender e relatar os fatos, sem criar laços de amizade ou envolvimento pessoal.

No entanto, nem sempre essa proximidade é bem recebida. Suzane von Richthofen, por exemplo, move um processo contra Ullisses Campbell, questionando a forma como seu caso é retratado no livro e na série. Um lembrete de que, ao lidar com histórias tão delicadas, é preciso ter responsabilidade e ética.



Fonte:www.glp4.com

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